Casa da Mulher Brasileira não foi alvo de ameaças de facção criminosa

Facção criminosa não ameaçou resgatar vítima da Casa da Mulher Brasileira. Conforme a titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), que funciona no local, Joilce Silveira Ramos, não houve montagem de esquema de segurança especial e a vítima de violência doméstica foi atendida da forma como é feito o atendimento para todas.

Informações obtidas pelo Correio do Estado era de que a mulher era agredida pelo companheiro, que seria líder uma facção criminosa porque ela estaria se recusando a fazer “coisas erradas”. A mulher dormiu no local e informou que um esquema de resgate poderia acontecer.

No entanto, segundo a delegada, não houve uma ameaça real de invasão da facção criminosa e a vítima foi abrigada na Casa porque é um atendimento de praxe, oferecido a todas as vítimas de violências doméstica.

“As mulheres que estão sendo agredidas ou ameaçadas é que nos dizem o risco que correm e oferecemos o abrigo. Ela disse que estava com medo dele invadir, não houve ameaça ou esquema de segurança, até porque ele não tinha como saber que ela estava aqui, mas ela ficou com medo e recebeu essa segurança”, disse a delegada.

Ainda conforme Joilce, o atendimento é o mesmo para garantir a segurança de todas as mulheres que procuram proteção na Casa da Mulher Brasileira. As vítimas podem ficar abrigadas no local até que saia a medida protetiva e, em alguns casos, podem permanecer por mais tempo, caso corram riscos.

O esquema de segurança que existe no local é para garantir a proteção e segurança destas vítimas, independente do risco que a vítima afirma correr, o tratamento é igual para todas.

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